DCE UESC REALIZA MINI BLITZ NA ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DO ESTADO DA BAHIA

 

Na ultima segunda feira 30 de maio o presidente e o vice da entidade, Thiago Fernandes e Bruno Braitt, fizeram uma blitz na Assembléia. Os estudantes dialogaram com diversos deputados de partidos diferentes com um ponto de pauta único, o compromisso dos parlamentares com a Assistência Estudantil. Todos os parlamentares estaduais com base na região de Itabuna e Ilhéus que foram procurados sinalizaram positivamente a articulação de atendimento ao pleito apresentado, prometendo procurar pelas instancias federais e estaduais a viabilização de emendas.

“O DCE no atual momento está buscando várias formas para resolver o problema da falta de Assistência Estudantil na UESC. Estamos em greve, mas não estamos parados, na quarta-feira haverá audiência Pública na Câmara de Vereadores de Itabuna, já fizemos uma primeira negociação com o governo do Estado e também estamos buscando dialogar com os parlamentares Estaduais e Federais, sem escolher se é da situação ou da oposição, o que queremos é a melhoria das condições dos estudantes da UESC!”. Afirma Thiago Fernandes, presidente do DCE-UESC.

Os deputados que receberam os representantes do DCE durante a blitz foram: Kelly Magalhães(PCdoB), Álvaro Gomes(PCdoB), Jean Fabrício(PCdoB), Rosemberg Pinto(PT), Augusto Castro(PSDB), Coronel Gilberto Santana(PTN), Ângela Souza(PSC) e os deputados federais Alice Portugal(PCdoB), Daniel Almeida(PCdoB) e Roberto Brito(PP).

Caos continua para pacientes e trabalhadores do Hospital de Base

 

A onda de insegurança e incertezas continua para os servidores e pacientes do Hospital de Base Luis Eduardo Magalhães (HBLEM).

Para os servidores, continua o mesmo sofrimento de não saber se o salário vai ser depositado na conta no dia certo. No mês passado foram 13 dias de atraso, o que mexe com a organização financeira e estrutura familiar dos servidores, já que as contas e as despesas chegam e o salário não.

A nova administração do HBLEM, que bradou para aos quatro cantos que iria de uma vez por todas resolver esta desumana situação, não resolveu. A autoridade do Ministério Público do Trabalho (MPT) que acordou o quinto dia útil de cada mês para a realização dos pagamentos é ignorada constantemente pelo poder público sem que nenhuma punição seja tomada pelo Judiciário. E o descaso e o desrespeito continuam sendo a ordem do dia contra os servidores e funcionários do Hospital de Base.

Não bastasse esse mar de incertezas, que deixa a todos revoltados, as condições de trabalho continuam as piores possíveis. Os trabalhadores se quiserem beber água têm que comprar com dinheiro do próprio bolso.

Para os pacientes a situação é desastrosa. Medicamentos básicos como Dipirona, gases, entre outros continuam faltando. Denúncias dão conta de que somente existem 400 lençóis para os pacientes do HBLEM, um número insignificante, pois para o porte da instituição, o número de lençóis seria de quatro mil. O descaso e a falta de compromisso com a população de Itabuna e dos municípios pactuados não param por aqui. As cirurgias seletivas têm se tornado um drama para quem necessita. Pacientes da ortopedia, que depende da retiradas de pinos e fixadores metálicos, acabam passando da data prevista de retirá-los, o que torna a situação temerária.

É bom lembrar que o repasse mensal realizado pelo governo do Estado, via Secretaria Estadual da Saúde (Sesab) chega rigorosamente entre o dia 10 e o dia 15 de cada mês. E no mês passado, o secretário estadual de Saúde, Jorge Solla, esteve em Itabuna e garantiu um aumento de 33% no repasse para o Hospital de Base, que saltou de R$ 1,5 milhão para quase dois milhões. Um aumento substancial, já que o secretário afirmou que o HBLEM é a instituição de saúde que mais recebe dinheiro do governo estadual, porém o montante foi considerado pelo prefeito Azevedo (DEM) como “tímido”, mas que garantiria o pagamento em dias dos salários dos servidores e funcionários.

Na ocasião, o secretário estadual de saúde ratificou a disposição do governo do Estado em administrar o Hospital de Base assim como a Emasa, duas instituições que tratam de serviços essenciais para a população de Itabuna, mas com sérias deficiências na prestação desses serviços. Segundo Jorge Solla, para que o HBLEM seja estadualizado só depende do prefeito José Nilton Azevedo (DEM).

As reclamações são muitas, a situação é caótica e nenhuma solução por parte da administração municipal é vislumbrada para o futuro. Enquanto persistir esta realidade, os problemas só tendem a aumentar e a população continuará sem a prestação de saúde de qualidade, o servidor viverá nessa arena conflituosa de incerteza, trabalhando com um bem universal que é a saúde das pessoas, num meio ambiente de trabalho hostil, precário, sem valorização e o pior de tudo, sem uma data certa para o recebimento de seus salários, que na verdade significa alimentação, saúde, habitação, educação, vestuário, lazer e tudo que um cidadão precisa para viver com dignidade como estabelece a nossa Constituição Federal.

 

SINDSERV – SINDICATO DOS SERVIDORES MUNICIPAIS DE ITABUNA

CTB – CENTRAL DOS TRABALHADORESE TRABALHADORAS DO BRASIL

Forró dos Bancários: Em Ibicaraí arrasta-pé foi um sucesso!

A Caravana do Forró dos Bancários botou o pé na estrada, e na sexta feira, 27 de maio estacionou na cidade de Ibicaraí para realizar o tão esperado Forró dos Bancários

daquele município e das cidades de Itapé, Floresta Azul, Santa Cruz da Vitória, Itajú do Colônia e Itororó.

As bandas Xaumraxadu, Carlota Joaquina e Pescoço de Mola animaram o arrasta pé até as 4 horas da manhã do sábado (28), dando um verdadeiro show de como se faz um autêntico forró pé de serra.

Confira as fotos no nosso site (www.bancariositabuna.com)

Próxima sexta, dia 03 de junho os sanfoneiros das bandas Zabumbahia, Carlota Joaquina e Pescoço de Mola estarão animando o Forró dos Bancários de Itabuna, no Clube da AABB, às 20 horas.

PREPAREM SE!

Vocabulário brasileiro: Culturas africanas influenciaram nosso idioma

O português que falamos no Brasil tem muitas palavras de origem africana, você sabia? Isso acontece porque – principalmente durante o período colonial – os negros foram trazidos da África comoescravos, para trabalhar na lavoura.
Os africanos trouxeram consigo sua religião – ocandomblé – e sua cultura, que inclui as comidas, a música, o modo de ver a vida e muitos dos seus mitos e lendas. Trouxeram ainda – é claro – as línguas e dialetos que falavam.
Os povos bantos, que habitavam o litoral da África, falavam diversas línguas (como o quicongo, o quimbundo e o umbundo). Muitos vocábulos que nós usamos freqüentemente vieram desses idiomas. Quer exemplos? “Bagunça”, “curinga”, “moleque”, “dengo”, “gangorra”, “cachimbo”, “fubá”, “macaco”, “quitanda”…
Outras palavras do português falado no Brasil também têm raízes africanas. Muitas delas vêm de diferentes povos do continente, como os jejes e os nagôs (que falavam línguas como o fon e o ioruba). Palavras como “acarajé”, “gogó”, “jabá” e muitas outras passaram a fazer parte do nosso vocabulário, foram incorporados à nossa cultura. Em geral, trata-se de nomes ligados à religião, à família, a brincadeiras, à música e à vida cotidiana.
Quer um exemplo bem trivial? “Bunda”. Essa palavra também é africana, pode ter certeza. Se não fosse por ela, teríamos que dizer “nádegas”, que é efetivamente o termo português para essa parte do corpo humano. Da mesma maneira, em vez de “cochilar”, teríamos que dizer “dormitar”. Em vez de “caçula”, usaríamos uma palavra bem mais complicada: “benjamim”. Empolado, não é?
Dizem que a língua banta tem uma estrutura parecida com o português, devido ao uso de muitas vogais e sílabas nasais ou abertas. Deve ser verdade, observe os sons da palavra “moleque” e de “gangorra”. Parece também que o jeito malemolente (isto é, devagar e cheio de ginga) de falar facilitou a integração entre o banto e o português.
A verdade é que hoje a gente usa tantas palavras africanas que nem repara em sua origem. Quer ver? O que seria do Brasil sem o “samba”? E tem mais: “cachaça”, “dendê”, “fuxico”, “berimbau”, “quitute”, cuíca”, “cangaço”, “quiabo”, “senzala”, “corcunda”, “batucada”, “zabumba”, “bafafá” e “axé”. Para quem não sabe, “bafafá” significa confusão. E “axé” é uma saudação com votos de paz e felicidade.
*Heidi Strecker é filósofa e educadora.
Fonte: http://educacao.uol.com.br

Audiência Pública do DCE/UESC discute assistência estudantil

O Diretório Central dos Estudantes convoca toda a comunidade acadêmica e sociedade da região Litoral Sul para uma Audiência Pública no plenário da Câmara Municipal de Itabuna para tratar da Assistência Estudantil na UESC que será realizada no dia 01 de junho às 15 horas. Foram convidadas a participarem da discussão e comporem a mesa as Secretarias de Educação e da Fazenda do Estado da Bahia, a Deputada Estadual Kelly Magalhães (presidente da Comissão de Educação da Assembléia Legislativa), a União Nacional dos Estudantes, União dos Estudantes da Bahia, Reitoria da UESC e Assessoria de Assistência Estudantil da UESC-ASSEST.

Atenciosamente,

Thiago Fernandes

PRESIDENTE DCE-UESC

Ilhéus, 26 de maio de 2011

Presidente da CTB toma posse na Conselho Estadual Tripartite e Paritário de Trabalho e Renda

Tomou posse ontem, dia 27 de maio, na presidência do Conselho Estadual Tripartite e Paritário de Trabalho e Renda (CETER), o presidente da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB)-Bahia, Adilson Gonçalves de Araujo, que substitui o secretário estadual do Trabalho e Esporte, Nilton Vasconcelos.

O novo presidente é membro da Direção Executiva Nacional da CTB, dirigente do Sindicato dos Bancários da Bahia, integrante do Comitê Gestor da Agenda Bahia do Trabalho Decente, membro do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social da Bahia – Codes.

A solenidade de posse foi bastante disputada por sindicalistas, conselheiros e representantes das três bancadas e ocorreu na Sala de Reunião da Secretaria do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte (Setre), no CAB.

Martins Costa: mídia desrespeita Dilma e não entende Presidência

Os jornais de sexta-feira (27/5) dão grande repercussão às recentes manifestações da presidente Dilma Rousseff, que saiu em defesa do seu ministro da Casa Civil e veio a público anunciar que não aprova o material didático contra a homofobia que deveria ser distribuído em escolas públicas.

Por Luciano Martins, no Observatório da Imprensa

Como se todas as reportagens tivessem sido preparadas pelo mesmo editor, em todas elas está dito, explicita ou implicitamente, que a decisão da presidente de vir a público criticar a “politização” das denúncias contra Antonio Palocci foi resultado de uma orientação de seu antecessor, o ex-presidente Lula da Silva.

Da mesma forma, afirmam os jornais que a declaração da presidente a respeito do “kit” anti-homofobia foi uma imposição da chamada bancada religiosa.

O contrário

A imprensa tem todo direito – e é parte de suas atribuições – de buscar interpretações para os fatos. Esse é um dos elementos do processo pelo qual um fato vira notícia. No entanto, sem a apresentação de fontes qualificadas, a afirmação de que a principal autoridade do país só se move por estímulo externo é não apenas desrespeitosa com relação à figura da presidente, mas também revelação de desconhecimento sobre como funciona o sistema de decisões do Planalto.

Jornalistas que já frequentaram os centros do poder no país sabem que em torno de todas as decisões importantes sempre há um grupo de especialistas e que nenhum mandatário, nem mesmo o ex-presidente Fernando Collor, que tinha uma característica mais personalista, dispensava o auxílio de seus conselheiros.

Em momentos como o que tem vivido o governo nos últimos dias, o gabinete de crise reúne-se quase automaticamente, e dele fazem parte especialistas de diversas áreas. De modo geral, acontece quase naturalmente uma troca intensa de mensagens com opiniões, avaliações, dados estatísticos e até, eventualmente, pesquisas rápidas para previsão de resultados de cada alternativa apresentada. Acontece o mesmo nas grandes empresas, em eventos como acidentes graves e outros incidentes que possam prejudicar suas marcas.

A visita do ex-presidente Lula da Silva a Brasília, com sua proverbial capacidade para aglutinar e produzir factóides, pode ter sido exatamente o contrário do que supôs a imprensa. Enquanto Lula distraia a atenção dos jornalistas, o gabinete de crise penteava a declaração “de improviso” da presidente da República.

A imprensa tomou um drible no melhor estilo Neymar.


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