Alice Portugal confirma candidatura à Prefeitura de Salvador

As confirmações das candidaturas só vão acontecer após o Carnaval, mas o clima da disputa pela prefeitura municipal de Salvador em 2012 já começou a esquentar a cena da política na capital baiana. Nesta terça-feira (27), lideranças e pré-candidatos ao Palácio Thomé de Souza de nove partidos – PCdoB, PV, PDT, PSB, PTB, PR, PRB, PSL e PPS – se reuniram novamente, como fizeram ao longo do ano, para traçarem uma “linha programática” ao pleito de 2012. 

Neste contexto, a deputada Alice Portugal (PCdoB) confirmou sua candidatura à Prefeitura de Salvador e nega qualquer possibilidade de recuo em benefício do candidato definido pelo PT, o também deputado Nelson Pelegrino.
“Eu não vou recuar porque nós precisamos construir um clima de alternância e análise sobre a cidade. O PCdoB tem 90 anos e se a gente não se coloca, a gente fica sem face. Mesmo sabendo das dificuldades financeiras e que não temos grande estrutura a gente quer seguir. Precisamos mostrar nossa face para Salvador”, enfatizou Alice, indicada pelo PCdoB para disputar a prefeitura.
Demonstrando confiança, a comunista disse que sua pré-candidatura não deve traduzir impasses, nem conflitos com a base do governo e com o PT. “Isso não é uma ameaça à unidade porque temos um compromisso com o governador Jaques Wagner, mas também não podemos aceitar por um decreto que haja apenas um candidato para todos os partidos”, disparou.

Apoio dos “verdes”

A presidência do Partido Verde lançou o ex-vereador Virgílio Pacheco como pré-candidato da legenda à prefeitura de Salvador, mas o presidente do PV, Ivanilson Gomes, admite que o mais provável é que a legenda se some à candidatura de Alice Portugal (PC do B). “O PV e o PC do B são dois partidos menores que têm projetos próprios e juntos podem se fortalecer”, admite.
Gomes descarta a possibilidade de voltar à posição de partido da base aliada ao governador Jaques Wagner (PT), mas não descarta a ideia de o PV se unir aos partidos de oposição, caso consigam lançar uma candidatura única. “Não acredito que os partidos de oposição consigam se unir; além disso, não somos oposição, a nossa posição é de independência”, considera.

De Brasília – Com Tribuna da Bahia

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